Quem comprou em 1965 também achava que estava a comprar caro
E durante os 20 anos seguintes, essa compra foi cara.
Quem tenha feito lump sum nesse ano e parado, teve esperar até 1985/6, para o valor ser recuperado (sem contar com dividendos).
Cada compra que faço são cerca de 10% do total que pretendo investir, por isso estou meio termo entre DCA e lump sum. Tento que cada compra me melhore ou pelo menos mantenha o preço médio.
Quem comprou em 1965 também achava que estava a comprar caro
E durante os 20 anos seguintes, essa compra foi cara.
Quem tenha feito lump sum nesse ano e parado de investir, teve esperar até 1985/6, para o valor ser recuperado (sem contar com dividendos).
Cada compra que faço são cerca de 10% do total que pretendo investir, por isso estou meio termo entre DCA e lump sum. Tento que cada compra me melhore ou pelo menos mantenha o preço médio.
Há estudos que defendem o lump sum no longo prazo. Mas nenhum leva em consideração a parte emocional de quem investe. Eu gostava de ter estômago para lump sum…
“Knowledge isn't free. You have to pay attention.” (Richard Feynman)
Carlos R Escreveu: ↑29 mar 2025 20:04
Há estudos que defendem o lump sum no longo prazo. Mas nenhum leva em consideração a parte emocional de quem investe. Eu gostava de ter estômago para lump sum…
No meu caso é porque estou a aplicar valores que tenho em DPs, feitos em 2024 para aproveitar as boas taxas, à medida que terminam. Se tenho de repente por exemplo 10k, não é uma fortuna, mas não o consigo aplicar em isolamento da evolução das últimas semanas e expetativas para as próximas. Mesmo que me comprometa a no prazo de um mês o aplicar, nesse mês tentarei fazer uma boa compra com base no que sei.
Sei que no longo prazo fará pouca diferença, e que em princípio em qualquer caso irá valorizar muito, mas é diferente o que ganharei se comprar, dentro do período de um mês, a X€ ou a (X€ * 95%). Não vou dar a isso grande importância, mas também não vou fingir que não é assim.
How to Build a Portfolio That Survives the Next Crash
In today's uncertain investment environment, traditional "safe" assets may no longer offer the reliable protection they once did. As investors prepare for potential market turmoil, it's increasingly important to rethink what portfolio insurance really means—and which assets can still deliver it.
For decades, U.S. Treasurys acted as the gold standard of safety. They not only cushioned portfolios during stock market downturns but also generated solid returns thanks to falling interest rates and investor demand in panicked moments. However, rising inflation has weakened this dynamic. Today, Treasurys no longer guarantee positive returns when stocks fall, as rising inflation can push bond yields up—reducing their prices—while also dragging equities down.
The U.S. dollar, once a dependable hedge during global risk-off scenarios, faces a different but related challenge. Its strength has been driven by surging foreign investment into booming U.S. tech and AI stocks. But in a crisis, this influx could reverse, especially if the narrative of "American exceptionalism" falters. If foreign money exits quickly, the dollar may fall when it’s supposed to rise. Compounding this risk are whispers from some political quarters about penalizing dollar holders—a move that could deter international capital.
Meanwhile, gold has surged as an alternative safe haven, rising 50% over the past year amid inflation fears and growing demand from foreign central banks. Yet history offers a cautionary tale. In the 2008 crisis, gold initially soared but plummeted as investors liquidated holdings to cover losses elsewhere. Gold's protection, too, depends on how others behave when panic sets in.
Cash, with its current yield, provides safety in the short term but lacks upside during downturns. And like all assets, it comes with the risk that if too many people rush for the exits at once, values could suffer.
Conclusion:
No asset is a perfect shield anymore. Treasurys, the dollar, and gold each come with caveats that didn’t exist in the past. Investors seeking protection must now diversify across imperfect options and understand that safety today depends not just on fundamentals, but also on crowd behavior. The era of effortless portfolio insurance is over—strategic caution and flexibility are now essential.
Anexos
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"We are drowning in information, while starving for wisdom."