Durante os últimos anos esteve em prática o "deixa os ETFs na corretora e esquece-te deles". Este ano decidi ver como as coisas iam ver que rebalanceamentos seriam necessários, mas esta história de ser necessário KIDs veio complicar a situação. Tenho alguns ETFs na IB que têm a malfadada bolinha vermelha. Ora pelo que percebi (e corrijam-se se estiver enganado) não podemos vender parcialmente estas posições, apenas fechar completamente a posição, dando origem a apuramento de mais valias total desse ETF, certo?
Essas situações são sempre muito chatas.
Mas aconselho-te a esclarecer isso diretamente com a IB.
As regras impedem de acrescentar às posições nessa situação, mas devias poder liquidar total ou parcialmente cada uma delas.
... ou então tentar aproveitar o meu rendimento coletável de trabalho dependente ser mais baixo este ano (penso que 3º escalão no máximo) e tentar meter essas mais-valias agora também e recorrer ao englobamento. Não sei o que será mais vantajoso.
Olha que o 3º escalão ainda são 22% se não me falha a memória... E com as mais-valias poderás ainda ter de subir para o escalão seguinte.
Informa-te bem pois o ano passado saiu uma lei sobre as mais-valias mobiliárias, que diz que quem detém acções (ou ETFs no teu caso) há mais de X tempo beneficia de Y% de desconto em IRS. Por exemplo, quem detém acções há mais de 8 anos tem 30% de desconto e paga apena 19,6% de taxa sobre essa mais-valia.
Dependendo de há quanto tempo deténs esses ETFs poderá compensar optar pela tributação autónoma.