Quais as vantagens e inconvenientes de investir em ETFs (e/ou FI) quando os mesmos ainda são demasiado recentes?
Há o risco de não se confirmar a sua aposta e os mesmos acabarem por serem fechados ou absorvidos por outros?
Por outro lado, poderá ocorrer um investimento a baixo custo, na esperança de uma subida forte a longo prazo…
Na minha opinião as duas grandes desvantagens em usar ETFs (ou FIs) demasiado recentes são (uma delas tu já a referiste):
- falta de track record para avaliar a sua qualidade (a performance comparando com o índice ou benchmark).
- pequena capitalização. Se o mesmo não atingir massa crítica pode ser fechado/fundido, o que pode levar a teres que pagar impostos (além de outras comissões).
Mas quando se trata dos principais providers (Black Rock, Vanguard, State Street, etc) e de índices com muita saída (SP 500, MSCI World, etc) esses riscos são menos relevantes e pode compensar a “aposta” se houver outras vantagens.
Haverá outras desvantagens, que em parte decorrem das anteriores, mas que acho menos relevantes para quem faz “buy and hold”.
Por exemplo a menor capitalização produz menor liquidez. Logo terás spreads maiores e maior tracking error também.
Poderá não haver procura por esses ETFs para short selling, logo não poderás ganhar juros com o empréstimo das ações (caso queiras e possas fazê-lo, claro).
Sendo muito recentes a sua disponibilidade em bolsas e brokers será mais limitada também,
Etc.