Não sei se isso está atualizado....
A 16/05:

https://www.bloomberg.com/news/articles ... gn=twitter
https://economictimes.indiatimes.com/ne ... s?from=mdr
Não sei se isso está atualizado....

Estive a ver o vídeo e sinceramente não vejo o homem irritado como sugerem várias manchetes por aí fora.![]()
Sim, Vi o vídeo hoje de manhã. Também achei exagero. Normalmente a verdade está no meio, como sempre.Estive a ver o vídeo e sinceramente não vejo o homem irritado como sugerem várias manchetes por aí fora.
Embora perceba o que dizes, e o que ele disse, não considero que este tipo de negociações como se fosse regatear no bazar em Marrocos a melhor forma de fazer política com impacto mundial.A questão é que o status quo não está habituado a esta abordagem e a esta forma de fazer as coisas.
Sim, a forma é totalmente distinta do habitual e dos "bons modos", mas penso que só mais à frente se poderá fazer o balanço da sua eficácia.não considero que este tipo de negociações como se fosse regatear no bazar em Marrocos a melhor forma de fazer política com impacto mundial.
Não confundas o que pretendo dizer com outras coisas (como o pessoal o achar rude ou assim). Estou a falar que gerir estas políticas desta forma não é a ideal porque cria não só o pânico em muitas cenas, cria disrupções e isso é mau para a economia mundial e americana, como se viu pelo facto de o PIB ter descido (desceu pouco mas a queda no ritmo face ao trimestre anterior foi significativo).Sim, a forma é totalmente distinta do habitual e dos "bons modos", mas penso que só mais à frente se poderá fazer o balanço da sua eficácia.
Não penso que precisava de criar as disrupções que está a criar na minha opinião. Há pessoas por detrás dos números.Para já, está a conseguir trazer os parceiros comerciais para a mesa de negociações e a arranjar condições melhores de comércio para os EUA.
Não acho que se tem de deixar de ser cordial, apenas mais determinado. Penso que há um meio termo entre regatear e negociar "à europa" (e sim, sei bem como as coisas aqui são lentas e tenho de aturar isso no dia a dia em termos profissionais. É tudo à velocidade do caracol, principalmente em dias de sol como hoje 😆 )Por outro lado, se analisarmos friamente, a forma diplomática e cordial com que normalmente se conduzem as negociações tem sempre resultados pouco práticos.
Percebo o que dizes. De facto é preciso previsibilidade para se decidirem opções de investimento.Estou a falar que gerir estas políticas desta forma não é a ideal porque cria não só o pânico em muitas cenas, cria disrupções e isso é mau para a economia mundial e americana, como se viu pelo facto de o PIB ter descido (desceu pouco mas a queda no ritmo face ao trimestre anterior foi significativo).
Referes-te aos eleitores do Trump? 😆Há pessoas por detrás dos números.
E sexta-feira é só amanhã 😆É tudo à velocidade do caracol, principalmente em dias de sol como hoje
Fizeram, ao lado da notícia da oferta do avião, as duas estavam lado a lado nos sites de noticias que frequento.
Olha, o Trump arregimentou uma pipa de IDE no médio oriente. Alguém fez alarido sobre esse feito?
Federal appeals court temporarily reinstates most of Trump's sweeping tariffs
https://www.reuters.com/business/us-rul ... 025-05-29/

Aqui o episódio do criador do acrónimo a discutir ter viralizado:TACO ou não TACO?

Wall Street analysts highlighted potential risks associated with a new U.S. tax targeting foreign investors, which is part of a budget bill currently under consideration in Congress. The bill, known as the "Big Beautiful Bill," contains a provision that could diminish demand for U.S. Treasuries and the dollar.
George Saravelos from Deutsche Bank expressed concerns about Section 899 of the bill, which he believes could represent the most significant negative alteration to the tax treatment of foreign capital in the U.S. since the Deficit Reduction Act of 1984 and the Foreign Investors Tax Act of 1966. According to Saravelos, the legislation could transform a trade war into a capital war, a point underscored by the recent court ruling that potentially limits President Trump’s trade policy.
The proposed Section 899 could challenge the openness of U.S. capital markets by using taxation as a tool to advance U.S. economic goals, drawing parallels to recent trade tensions. The legislation sets a low threshold for imposing retaliatory taxes on developed market countries, which could be activated simply by the Treasury Secretary listing countries deemed to be engaging in discriminatory practices.
Saravelos also pointed out that the bill could exacerbate issues related to the U.S. twin deficit by allowing a 20% tax on U.S.-sourced foreign income under certain conditions. This could effectively reduce the yield on U.S. Treasuries by nearly 100 basis points, adversely affecting their demand and the financing of the U.S. deficit.
Despite potential carve-outs in the legislation, Deutsche Bank argues that the added uncertainty and complexity could deter dollar inflows, especially at a time when the attractiveness of such investments is already being questioned. The bank noted that the possibility of the legislation’s passage is stirring discussions among large investors and could lead to a structural reevaluation of dollar asset allocations.
"Should the new Section 899 authority be voted in to law, it will do little to ease concerns that these asset allocations are under structural reconsideration," Saravelos concludes.
https://www.investing.com/news/stock-ma ... ll-4073106
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