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Fixo

ETFs (hot returns come and go, but expenses never die)

Iniciado por Virtua · 3 de outubro de 2022 2 052 respostas 801 903 visitas

#1481
ETFs de setores ou regiões específicas teriam sempre AUM muito inferiores e sem qualquer comparação possível com um IWDA etc...
Estou confortável com este.

Só estou é a questionar a minha própria estratégia... Bancos Europeus ou Luxury Goods para o próximo ano?
#1482
TR completamente fora de questão. Estou na tr212.. mas ainda não fiz nenhuma investimento. Só dinheiro sem investimento. Quanto aos produtos ando a pensar algo nisto.



Que acham? Tenho receio do sp500 por esta questão do trump. Acho que vai mudar muito a economia americana.
#1483
Acho que o "problema" que pode ter é mesmo o tipo de investidor do ETF (mais de trading/curto prazo) do que IWDA. Mas se se mantiver acima de 100M não vejo problema
Concordo que para swing trading os AUMs sejam um pouco irrelevantes (já para day trading pode não ser, pois poucos AUMs costumam traduzir-se em spreads maiores).
Pegando no que dizes, por curiosidade fui verificar o histórico dos AUMs do S7XE, e é um grande SE....

#1484
TR completamente fora de questão. Estou na tr212.. mas ainda não fiz nenhuma investimento. Só dinheiro sem investimento. Quanto aos produtos ando a pensar algo nisto.
Que acham? Tenho receio do sp500 por esta questão do trump. Acho que vai mudar muito a economia americana.
Mas vais investir nesses ETFs todos? É que alguns são a mesma coisa... E noutro há imensa sobreposição. Como a TR só funciona com uma única exchange, a variedade de ETFs é muito limitada, tem aqueles mais "da moda", mas é tudo muito limitado.

Em relação aos receios quanto ao S&P500, tens que ver que um ETF global costuma ter uns 60% ou mais de exposição aos EUA, por isso se os EUA forem ao charco, um ETF global também não fica lá muito bem. Há quem coloque as cartas todas no S&P 500, e se a economia dos EUA continuar a ser a #1 vai compensar bastante essa cartada. Quem for para um ETF global, pode sofrer um pouco pela underperformance do resto do mundo (desenvolvido ou emergente), mas também colhe grande parte dos frutos da valorização das empresas dos EUA.
Isso agora tu é que tens de decidir o que queres fazer, não há resposta certa ou errada agora, só mais tarde saberás.
🙏1
#1485
Não era objetivo de investir em todos. Estou só a ver seguir o comportamento e ver em qual investir.
#1486
Não era objetivo de investir em todos. Estou só a ver seguir o comportamento e ver em qual investir.
O comportamento agora é ótimo naqueles todos, mas e amanhã? Decide e esquece o comportamento agora. O melhor dia para investir foi ontem 😆
🙏1
#1487
Pronto, juntei-me finalmente à família dos ETFianos...

O meu portfólio:
iShares Core MSCI World UCITS (EUNL) 60%
iShares Physical Gold ETC (EGLN) 20%
iShares Core Global Aggregate Bond (EUNA) 20%

O dos meus filhos:
Vanguard S&P500 UCITS (VUAA) 95%
VanEck Bitcoin ETN (VBTC) 5%

Iniciei cada portefólio com 1000€, e doravante irei reforçar cada um mensalmente com 100€.

Avizinham-se tempos complicados na minha opinião, com Trump/taxas/sanções/guerras e afins, mas andava a hesitar há quase um ano...

Espero não ter feito asneira... 😕
#1488
Só estou é a questionar a minha própria estratégia... Bancos Europeus ou Luxury Goods para o próximo ano?
Os bancos têm vindo a apresentar lucros recorde devido à subida das taxas de juro.
Se as taxas estão a descer e tudo indica que descerão mais um pouco, mantendo-se assim durante algum tempo, parece-te que o desempenho dos bancos europeus ainda tem caminho para subir?
Se já tens um retorno de 100%, parece-me que a decisão é fácil.

Se não estou em erro, os Luxury Goods têm andado um pouco estagnados. Principalmente na Europa.
Uma grande fatia da procura destes produtos vem da China. A procura interna chinesa tem estado deprimida, ao ponto da economia estar próxima de entrar em deflação. As famílias chinesas não tem confiança suficiente devido às politicas restritivas da Covid 0 e por isso não consomem nem investem como dantes. Também o setor imobiliário está em crise devido ao excesso de alavancagem, cuja incerteza se alastra ao resto da economia.
Dito isto, não me parece que seja um setor com grande margem de progressão no curto/médio prazo.
#1489
Dúvida ETF filhos.

Tenho 2 planos de investimento (um para cada filha), em que neste momento só tem VWCE (Vanguard FTSE All-World).
A ideia é adicionar 1 de Mercados Emergentes (iShares Core MSCI Emerging Markets).

A dúvida é. Faço uma divisão 80/20 ou é demasiado e é melhor 90/10?
#1490
Dúvida ETF filhos.

Tenho 2 planos de investimento (um para cada filha), em que neste momento só tem VWCE (Vanguard FTSE All-World).
A ideia é adicionar 1 de Mercados Emergentes (iShares Core MSCI Emerging Markets).

A dúvida é. Faço uma divisão 80/20 ou é demasiado e é melhor 90/10?
Eu metia 90/10 ate porque já têm o Vanguard FTSE All-World e pode haver ai alguma repetição...
#1491
Dúvida ETF filhos.

Tenho 2 planos de investimento (um para cada filha), em que neste momento só tem VWCE (Vanguard FTSE All-World).
A ideia é adicionar 1 de Mercados Emergentes (iShares Core MSCI Emerging Markets).

A dúvida é. Faço uma divisão 80/20 ou é demasiado e é melhor 90/10?
Emerging Markets só vai te atrasar.
Preferia BTC ou Materias Primas....
🙏1
#1492
Dúvida ETF filhos.

Tenho 2 planos de investimento (um para cada filha), em que neste momento só tem VWCE (Vanguard FTSE All-World).
A ideia é adicionar 1 de Mercados Emergentes (iShares Core MSCI Emerging Markets).

A dúvida é. Faço uma divisão 80/20 ou é demasiado e é melhor 90/10?
O VWCE já inclui Emerging Markets.
#1493
O VWCE já inclui Emerging Markets.
É isso mesmo, não faz sentido nenhum ir investir noutro ETF com mercados emergentes visto que o VWCE já tem exposição aos mesmos.
#1494
O VWCE já inclui Emerging Markets.
É isso mesmo, não faz sentido nenhum ir investir noutro ETF com mercados emergentes visto que o VWCE já tem exposição aos mesmos.
Obrigado. Têm razão
Era só para ter uma maior exposição à China, Índia e Taiwan, mas se calhar não vale a pena
#1495
Para isso mais valia investir num ETF mundial sem mercados emergentes e noutro apenas com mercados emergentes, assim não havia sobreposição e poderia ajustar a exposição conforme a percentagem do investimento.
🙏2
#1496
Só estou é a questionar a minha própria estratégia... Bancos Europeus ou Luxury Goods para o próximo ano?
Os bancos têm vindo a apresentar lucros recorde devido à subida das taxas de juro.
Se as taxas estão a descer e tudo indica que descerão mais um pouco, mantendo-se assim durante algum tempo, parece-te que o desempenho dos bancos europeus ainda tem caminho para subir?
Se já tens um retorno de 100%, parece-me que a decisão é fácil.

Se não estou em erro, os Luxury Goods têm andado um pouco estagnados. Principalmente na Europa.
Uma grande fatia da procura destes produtos vem da China. A procura interna chinesa tem estado deprimida, ao ponto da economia estar próxima de entrar em deflação. As famílias chinesas não tem confiança suficiente devido às politicas restritivas da Covid 0 e por isso não consomem nem investem como dantes. Também o setor imobiliário está em crise devido ao excesso de alavancagem, cuja incerteza se alastra ao resto da economia.
Dito isto, não me parece que seja um setor com grande margem de progressão no curto/médio prazo.

Obrigado pela opinião!
O primeiro ponto é certeiro. A segunda parte, relativamente à china, já está um bocado fora de tempo. Os mercados chineses já recuperados e o mercado imobiliário já não está em crise, as taxas de juro até estão baixíssimas, e as ações de Luxo estão em subida vertiginosa. Toda a gente tinha essa opinião que tens que a China está em crise e não vão consumir.

Acho que vou vender, obrigado!
#1497
A segunda parte, relativamente à china, já está um bocado fora de tempo. Os mercados chineses já recuperados e o mercado imobiliário já não está em crise, as taxas de juro até estão baixíssimas, e as ações de Luxo estão em subida vertiginosa. Toda a gente tinha essa opinião que tens que a China está em crise e não vão consumir.
Parece-me que estás um pouco equivocado.
A crise no imobiliário persiste. As taxas de juro estão baixíssimas para estimular a economia e fazer subir a inflação dos 0,5% registados antes de ontem.
E parece-me que nem sequer estás a ponderar os efeitos da guerra comercial com os EUA.
Dá uma olhada aqui:
https://www.ft.com/content/517fee86-195 ... d3fd3fc7b8

O setor de luxo parece estar efetivamente esticado:
https://www.justetf.com/en/search.html? ... b=overview

Perspectivas:
https://www.forbes.com/sites/pamdanzige ... next-year/
#1498
Não consegui ver o artigo do FT!

Mas a inflação tem vindo ligeiramente a subir.
Não concordo nada com o artigo da Forbes, diz que correu mal em 24 por causa da china E nao vai embora em 25. Enfim são opiniões. Li o relatório e contas da Richemont e vê-se bem que sobre estimaram o impacto da "crise" da China.
#1499
Não consegui ver o artigo do FT!

Mas a inflação tem vindo ligeiramente a subir.
Não concordo nada com o artigo da Forbes, diz que correu mal em 24 por causa da china E nao vai embora em 25. Enfim são opiniões. Li o relatório e contas da Richemont e vê-se bem que sobre estimaram o impacto da "crise" da China.
https://www.removepaywall.com/search?ur ... d3fd3fc7b8
"We are drowning in information, while starving for wisdom."
#1500
Do WSJ de ontem, referente aos EUA claro:

A inflação subiu inesperadamente em janeiro, lançando dúvidas sobre a probabilidade de cortes nas taxas de juro da Reserva Federal num futuro próximo. O Departamento do Trabalho dos EUA reportou um aumento de 0,5% nos preços ao consumidor face a dezembro, o maior crescimento mensal desde agosto de 2023 e acima das previsões dos economistas, que apontavam para 0,3%. A taxa de inflação anual subiu para 3%, face aos 2,9% registados em dezembro. A inflação subjacente, que exclui alimentos e energia, também acelerou, registando um aumento de 0,4% no mês e de 3,3% ao longo do ano.

O mercado reagiu rapidamente, com as ações a desvalorizarem e os rendimentos das obrigações a subirem. O índice Dow caiu 225 pontos, enquanto o S&P 500 recuou 0,3%. Destaca-se a subida acentuada dos preços dos ovos, que dispararam mais de 15%, em grande parte devido a um surto de gripe aviária, contribuindo significativamente para a inflação dos produtos alimentares. Pressões inflacionistas mais amplas também surgiram em áreas como os automóveis usados e os seguros automóveis.

Com a inflação a revelar-se persistente, é provável que a Fed mantenha a sua postura cautelosa. Os futuros das taxas de juro agora indicam uma probabilidade de 30% de que o banco central não reduza as taxas este ano, acima dos 20% registados no dia anterior. O relatório sublinha o desafio de trazer a inflação de volta à meta de 2% da Fed e levanta preocupações de que os aumentos de preços no início do ano possam dificultar ainda mais a desinflação nos próximos meses.

Anexos

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"We are drowning in information, while starving for wisdom."

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