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Onde colocar fundo de emergência?

Iniciado por TheGhostWriter · 16 de abril de 2025 32 respostas 19 632 visitas

#21
E mesmo sem capital garantido há os fundos de investimento monetários, sem comissão de subscrição ou resgate, e todos os dias aumenta um pouco. O único senão é que o resgate não é imediato.
Nem nos CA é imediato. Por norma é no dia útil seguinte, mas a atual série F permite nas condições até 7 dias.

Para acesso imediato ao capital e utilização direta em todo o tipo de operações, as melhores soluções são
  • conta à ordem nacional remunerada com transferências imediatas e cartão de débito (ex: Bankinter)
  • cartão de crédito nacional MB-compatível (ex: Cetelem Black, Unibanco) + produto resgatável em duas semanas
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#22
Nem nos CA é imediato. Por norma é no dia útil seguinte, mas a atual série F permite nas condições até 7 dias.

Para acesso imediato ao capital e utilização direta em todo o tipo de operações, as melhores soluções são
  • conta à ordem nacional remunerada com transferências imediatas e cartão de débito (ex: Bankinter)
  • cartão de crédito nacional MB-compatível (ex: Cetelem Black, Unibanco) + produto resgatável em duas semanas
Só que nos FI pode levar uma semana, por isso é preciso estar preparado para a eventualidade
#23
Tudo bem que não rende como um fundo tesouraria ou bonds curto prazo...
Que Bonds de curto prazo aconselhas?
#24
A demora no resgate de certas aplicações pode ser contornada com a utilização de um ou mais cartões de crédito para fazer face à despesa imediata.

Queria só deixar aqui também a conta Klarna Flex com TANB de 2,4%. Os juros são calculados diariamente e pagos mensalmente.
Tem garantia de depósito da Suécia até 100k euros e pode ser mobilizada a qualquer momento. É semelhante à Trade Republic.

A Trade Republic já acompanhou a redução do BCE para os 2,25%. Na Suécia a taxa de juro também está nos 2,25%.
Não sei quando a Klarna irá fazer a revisão... mas tem depósitos a prazo até 2,74%.
🙏1
#25
No meu conceito de fundo de emergência não entra a necessidade dos €€€ no próprio dia ou no dia seguinte.
Tenho sempre disponível em DO no mínimo um montante equivalente a um ordenado mensal meu e da minha mulher para uma eventual necessidade do dia-a-dia que surja.
Um fundo de emergência para mim são para situações como ficar desempregado, uma reparação "dolorosa" de um carro ou uma situação de doença que possa surgir subitamente, por exemplo.
#26
Acho que aí é ver a melhor taxa de juro, pois na pior das hipóteses só perde os juros, o capital está sempre garantido.
#27
Mas porque não usam CA para fundo de emergência? Tudo bem que não rende como um fundo tesouraria ou bonds curto prazo mas só precisam esperar 3 meses e depois disso podem retirar o valor que realmente precisam (e só perdem os juros do valor retirado).
Porque há produtos com rentabilidade semelhante, capital garantido e possibilidade de resgate desde o primeiro dia sem perda de juros corridos.
Como por exemplo o Trading212 e o Trade Republic? Ou existem ainda melhores alternativas?
#28
Como por exemplo o Trading212 e o Trade Republic? Ou existem ainda melhores alternativas?
As que acompanho estão em "contas poupança".
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🙏2
#29
Faço um up a este tópico porque tinha algum dinheiro parado e vou tambem alocar por forma a manter o fundo de emergencia mas ir gerindo alguma coisa.

Neste caso e depois de ler as opções aqui no forum e alguma pesquisa também, decidi optar por dividir o fundo em 2: 62% no BAI Europa a 12 meses, com taxa de 2,3% e 38% do Fundo de Emergência na Trade Republic com taxa de 2% (mas que pode ser alterada a qualquer momento).

A lógica que usei foi:

Parte fixa (BAI Europa): concentra a maior fatia para garantir o juro superior, mesmo que imobilizado por 12 mes (ou com perda de 50% dos juros).
Parte líquida (Trade Republic): permite manter liquidez imediata para emergências ou oportunidades sem sacrificar totalmente a remuneração (2%).
Resultado: rendimento global próximo do máximo possível, mas com 38 % do capital disponível a qualquer momento. Simultaneamente como são duas entidades onde nunca tive conta dá-me mais segurança distribuir o possível risco.

Como pretendo a curto prazo investir também algum dinheiro em fundos e ETFS vai servir para testar a Trade Republic e perceber se atende ao que pretendo e me dá segurança.

Aproveito para agradecer também todos os inputs que fui lendo aqui e que me ajudaram a elaborar o raciocínio e ir filtrando as várias opções no mercado. Como sou algo novo nesta parte dos investimentos, estão à vontade opinar, o vosso feedback é bem-vindo
🙏1
#30
Faço um up a este tópico porque tinha algum dinheiro parado e vou tambem alocar por forma a manter o fundo de emergencia mas ir gerindo alguma coisa.

Neste caso e depois de ler as opções aqui no forum e alguma pesquisa também, decidi optar por dividir o fundo em 2: 62% no BAI Europa a 12 meses, com taxa de 2,3% e 38% do Fundo de Emergência na Trade Republic com taxa de 2% (mas que pode ser alterada a qualquer momento).

A lógica que usei foi:

Parte fixa (BAI Europa): concentra a maior fatia para garantir o juro superior, mesmo que imobilizado por 12 mes (ou com perda de 50% dos juros).
Parte líquida (Trade Republic): permite manter liquidez imediata para emergências ou oportunidades sem sacrificar totalmente a remuneração (2%).
Resultado: rendimento global próximo do máximo possível, mas com 38 % do capital disponível a qualquer momento. Simultaneamente como são duas entidades onde nunca tive conta dá-me mais segurança distribuir o possível risco.

Como pretendo a curto prazo investir também algum dinheiro em fundos e ETFS vai servir para testar a Trade Republic e perceber se atende ao que pretendo e me dá segurança.

Aproveito para agradecer também todos os inputs que fui lendo aqui e que me ajudaram a elaborar o raciocínio e ir filtrando as várias opções no mercado. Como sou algo novo nesta parte dos investimentos, estão à vontade opinar, o vosso feedback é bem-vindo
Apesar de os CA estarem com taxas inferiores, não seria preferível deixares a parte fixa aí a capitalizar aproveitando os prémios de permanência?

O prémio de permanência é somado à taxa-base a partir do 2.º ano.

Do início do 2.º ano ao fim do 5.º ano, soma-se 0,25 % à taxa-base.
Do início do 6.º ano ao fim do 9.º ano, soma-se 0,50 % à taxa-base.
Nos 10.º e 11.º anos, soma-se 1 % à taxa-base.
Nos 12.º e 13.º anos, soma-se 1,50 % à taxa-base.
Nos 14.º e 15.º anos, soma-se 1,75 % à taxa-base.
https://www.ctt.pt/particulares/dinheir ... Ikh8kKQYkP
#31
Faço um up a este tópico porque tinha algum dinheiro parado e vou tambem alocar por forma a manter o fundo de emergencia mas ir gerindo alguma coisa.

Neste caso e depois de ler as opções aqui no forum e alguma pesquisa também, decidi optar por dividir o fundo em 2: 62% no BAI Europa a 12 meses, com taxa de 2,3% e 38% do Fundo de Emergência na Trade Republic com taxa de 2% (mas que pode ser alterada a qualquer momento).

A lógica que usei foi:

Parte fixa (BAI Europa): concentra a maior fatia para garantir o juro superior, mesmo que imobilizado por 12 mes (ou com perda de 50% dos juros).
Parte líquida (Trade Republic): permite manter liquidez imediata para emergências ou oportunidades sem sacrificar totalmente a remuneração (2%).
Resultado: rendimento global próximo do máximo possível, mas com 38 % do capital disponível a qualquer momento. Simultaneamente como são duas entidades onde nunca tive conta dá-me mais segurança distribuir o possível risco.

Como pretendo a curto prazo investir também algum dinheiro em fundos e ETFS vai servir para testar a Trade Republic e perceber se atende ao que pretendo e me dá segurança.

Aproveito para agradecer também todos os inputs que fui lendo aqui e que me ajudaram a elaborar o raciocínio e ir filtrando as várias opções no mercado. Como sou algo novo nesta parte dos investimentos, estão à vontade opinar, o vosso feedback é bem-vindo
Apesar de os CA estarem com taxas inferiores, não seria preferível deixares a parte fixa aí a capitalizar aproveitando os prémios de permanência?

O prémio de permanência é somado à taxa-base a partir do 2.º ano.

Do início do 2.º ano ao fim do 5.º ano, soma-se 0,25 % à taxa-base.
Do início do 6.º ano ao fim do 9.º ano, soma-se 0,50 % à taxa-base.
Nos 10.º e 11.º anos, soma-se 1 % à taxa-base.
Nos 12.º e 13.º anos, soma-se 1,50 % à taxa-base.
Nos 14.º e 15.º anos, soma-se 1,75 % à taxa-base.
https://www.ctt.pt/particulares/dinheir ... Ikh8kKQYkP
A ideia que tenho é que os CA só compensam se for para deixar lá o dinheiro e levantar só no final dos 15 anos.
Na necessidade de os levantar antecipadamente (relembrando que é um fundo de emergencia), iria perder os juros o que não me deixa tão confortável com um depósito a longo prazo vs um de 12 meses (onde posso ter que perder juros sim, mas com um risco menor quando comparado com um deposito a 180 meses)
#32
A ideia que tenho é que os CA só compensam se for para deixar lá o dinheiro e levantar só no final dos 15 anos.
Na necessidade de os levantar antecipadamente (relembrando que é um fundo de emergencia), iria perder os juros o que não me deixa tão confortável com um depósito a longo prazo vs um de 12 meses (onde posso ter que perder juros sim, mas com um risco menor quando comparado com um deposito a 180 meses)
Nos CA, ao resgatar perdes os juros do trimestre em curso apenas. Os dos trimestres anteriores já foram capitalizados (líquidos).

Os DPs do BAI Europa com penalização de 50% também são uma escolha válida. Se o capital não for necessário nos 12 meses, ganhas 2,30%, mais que nos CA. Se for, ganhas 1,65% TANB, não pior que CA com 2% TANB e 2 meses perdidos no resgate por exemplo.

É uma solução a curto prazo. Daqui a um ano, tens de procurar outra.
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#33
A ideia que tenho é que os CA só compensam se for para deixar lá o dinheiro e levantar só no final dos 15 anos.
Na necessidade de os levantar antecipadamente (relembrando que é um fundo de emergencia), iria perder os juros o que não me deixa tão confortável com um depósito a longo prazo vs um de 12 meses (onde posso ter que perder juros sim, mas com um risco menor quando comparado com um deposito a 180 meses)
Nos CA, ao resgatar perdes os juros do trimestre em curso apenas. Os dos trimestres anteriores já foram capitalizados (líquidos).

Os DPs do BAI Europa com penalização de 50% também são uma escolha válida. Se o capital não for necessário nos 12 meses, ganhas 2,30%, mais que nos CA. Se for, ganhas 1,65% TANB, não pior que CA com 2% TANB e 2 meses perdidos no resgate por exemplo.

É uma solução a curto prazo. Daqui a um ano, tens de procurar outra.
Não tinha a ideia que se perdia apenas no ultimo trimestre.
Sendo assim talvez me faça mais sentido no longo prazo

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