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GNB PPR GLOBAL EQUITIES OPPORTUNITIES

Iniciado por CountMeIn · 11 de outubro de 2025 32 respostas 6 355 visitas

#1
https://lt.morningstar.com/okhysb8aoh/s ... encyId=EUR


Investimento em ETF's de ações Mundiais. Minímo 85%; Até 15% em Mercados Emergentes.


TER de 1.4% (1% de comissão de gestão).


Parece-me um produto interessante, mas não consegui ver a composição ? Não sei quais são os ETF que irá deter e as proporções, se alguém tiver essa info partilhe.

Pode vir a bater o típico ETF com o benefício de entrada e de saída em alguns casos específicos.
#2
https://lt.morningstar.com/okhysb8aoh/s ... encyId=EUR


Investimento em ETF's de ações Mundiais. Minímo 85%; Até 15% em Mercados Emergentes.


TER de 1.4% (1% de comissão de gestão).


Parece-me um produto interessante, mas não consegui ver a composição ? Não sei quais são os ETF que irá deter e as proporções, se alguém tiver essa info partilhe.

Pode vir a bater o típico ETF com o benefício de entrada e de saída em alguns casos específicos.
Pelo que vi esse ETF ainda nem tem 1 mês, mas segundo o site da gnb tem para já o ISHARES MSCI WORLD.

Só fazendo contas, mas o pessoal vai te dizer que mais vale comprar os ETFs do que fazer o PPR mesmo com taxa de saída mais baixa e beneficio fiscal no IRS porque já houve esse tipo de discussão por aqui.
"O risco vem de não saber o que se está a fazer" - Warren Buffett Não enviem mensagens privadas, exponham as dúvidas com a comunidade!
#3
https://lt.morningstar.com/okhysb8aoh/s ... encyId=EUR


Investimento em ETF's de ações Mundiais. Minímo 85%; Até 15% em Mercados Emergentes.


TER de 1.4% (1% de comissão de gestão).


Parece-me um produto interessante, mas não consegui ver a composição ? Não sei quais são os ETF que irá deter e as proporções, se alguém tiver essa info partilhe.

Pode vir a bater o típico ETF com o benefício de entrada e de saída em alguns casos específicos.
Pelo que vi esse ETF ainda nem tem 1 mês, mas segundo o site da gnb tem para já o ISHARES MSCI WORLD.

Só fazendo contas, mas o pessoal vai te dizer que mais vale comprar os ETFs do que fazer o PPR mesmo com taxa de saída mais baixa e beneficio fiscal no IRS porque já houve esse tipo de discussão por aqui.
É muito recente sim, mas podiam ter a carteira algures.

Isso do que vale mais depende muito.
Se alguém quiser fazer as contas a 8 anos com beneficio de entrada e de saida do PPR, força.
#4

É muito recente sim, mas podiam ter a carteira algures.
E têm, por isso eu ter dito o ETF que têm, devem de começar a comprar assim que tenham mais capital.
"O risco vem de não saber o que se está a fazer" - Warren Buffett Não enviem mensagens privadas, exponham as dúvidas com a comunidade!
🙏1
#5
Parece-me bastante simples..a carteira é composta em quase 94% pelo ishares msci core, o resto está em liquidez. Portanto a carteira são as ~1300 empresas que compõem o índice. O PPR assim é praticamente de gestão passiva.

Agrada-me bastante o facto de ser muito básico e transparente:

O objetivo de investimento do OIC é proporcionar aos participantes o acesso a uma carteira diversificada de ETF de ações.
O OIC não irá investir em ETFs alavancados ou inversos. Na prossecução do objetivo do OIC enquanto OIC de ETF’s de ações, o OIC investirá no mínimo 85% do seu valor líquido global em ETF’s de ações.
O OIC poderá investir até um máximo de 15% dos seus ativos em ETFs de ações de Mercados Emergentes.
O OIC poderá ainda investir a título acessório em liquidez, certificados de depósito, papel comercial, dívida pública e obrigações.


A comissão poderia ser mais baixa - são gulosos - para o "trabalho" que têm. Mas ainda assim acredito que esteja no limite inferior das comissões deste tipo de produtos. Acho que não existe nenhum PPR com menos de 1% de comissão de gestão, levando os encargos correntes para no mínimo 1.40% que é o caso deste.

Se a ideia do gestor é manter assim a carteira, do MSCI World descontam as comissões e o valor em liquidez e a rentabilidade será a do índice. Parece-me bem, sendo que os índices se portam melhor que a maior parte dos gestores e sendo este um produto que muitos vão levar até à reforma, praticamente 100% um índice como esse, é uma boa opção..

A maior parte >99% dos PPR são mal geridos e os restantes <1% acabam por ser inconstantes. Vejam o NB PPR, o Alves Ribeiro, a Casa de Investimento etc..e comparem com o MSCI World a 1,3,5,10 anos.
#6
As comissões poderiam ser mais baixas, se o objetivo é comprar um ETF que segue o indice...

O PPR Stoik, por exemplo, tem Comissão Administrativa e de Gestão Fixa de 1% mais 0.08% de Comissão de Depósito (Banco Depositário) totalizando 1.08%. E a carteira é bastante mais complexa, embora o gestor tenha uma filosofia de buy and hold o que minimiza a rotatividade da carteira.
#7
A questão é que estão a considerar apenas que o PPR vai investir sempre num ETF MSCI World, e possivelmente algum de mercados emergentes. Mas ninguém sabe, nem controla as decisões dos gestores do fundo. Quem é que me garante que amanhã não se metem a investir num ETF com proteção cambial, e o investidor é que vai ter a quebra na rentabilidade devido a isso?
Além disso é preciso considerar que para além do custo de gestão do PPR, ainda há o custo de gestão passiva do ETF.

1.4% pode não parecer muito, mas ao longo de anos, décadas até, come imenso. E come sempre, nos anos bons, e nos maus também.

Em relação a compensar pela fiscalidade, já foi discutido no passado, e até há contas. Mas usando o GPT-5, pedi para simular um cenário hipotético, com um investimento de 10k anual, durante 20 anos, assumindo uma rentabilidade de 8% ao ano, e pedi que aplicasse um imposto de 19.6% sobre as mais valias, o que daria um valor líquido de 407.100€

Pedi para fazer um segundo cenário hipotético, com o mesmo investimento de 10k anual, durante 20 anos, assumindo uma rentabilidade de 8% ao ano, mas com um custo de gestão anual de 1.4%, e que no final fosse aplicado um imposto de 8% sobre as mais valias, daria um valor líquido de 379.860€

No final, mesmo com uma fiscalidade mais penalizadora, o ETF conseguiu retornar ao investidor mais de 27 mil euros acima do PPR. Na grande maioria dos casos, e especialmente nos investimentos de maior duração e com montantes mais elevados, este PPR nunca vai compensar face ao ETF.
#8
Se eu for comprar os ingredientes e fizer a comida em casa também sai mais barato do que ir ao restaurante comer, além disso tenho mais controlo sobre a qualidade e origem dos ingredientes. 😀
Mas tenho que saber cozinhar, gastar tempo nas compras e a cozinhar, etc...

Aqui é algo semelhante, se não queres ter trabalho, esse PPR não é mau, se queres ter trabalho é como o Lvsitano diz.
#9
A questão é que estão a considerar apenas que o PPR vai investir sempre num ETF MSCI World, e possivelmente algum de mercados emergentes. Mas ninguém sabe, nem controla as decisões dos gestores do fundo. Quem é que me garante que amanhã não se metem a investir num ETF com proteção cambial, e o investidor é que vai ter a quebra na rentabilidade devido a isso?
Além disso é preciso considerar que para além do custo de gestão do PPR, ainda há o custo de gestão passiva do ETF.

1.4% pode não parecer muito, mas ao longo de anos, décadas até, come imenso. E come sempre, nos anos bons, e nos maus também.

Em relação a compensar pela fiscalidade, já foi discutido no passado, e até há contas. Mas usando o GPT-5, pedi para simular um cenário hipotético, com um investimento de 10k anual, durante 20 anos, assumindo uma rentabilidade de 8% ao ano, e pedi que aplicasse um imposto de 19.6% sobre as mais valias, o que daria um valor líquido de 407.100€

Pedi para fazer um segundo cenário hipotético, com o mesmo investimento de 10k anual, durante 20 anos, assumindo uma rentabilidade de 8% ao ano, mas com um custo de gestão anual de 1.4%, e que no final fosse aplicado um imposto de 8% sobre as mais valias, daria um valor líquido de 379.860€

No final, mesmo com uma fiscalidade mais penalizadora, o ETF conseguiu retornar ao investidor mais de 27 mil euros acima do PPR. Na grande maioria dos casos, e especialmente nos investimentos de maior duração e com montantes mais elevados, este PPR nunca vai compensar face ao ETF.

Mas há quem queira investir em PPR para retirar o máximo da dedução fiscal - porque conseguem com certeza atingir os 20% liquido daquele ano especifico e - por exemplo - mais tarde, passado 5 anos começar progressivamente a retirar para amortizar na prestação mensal do CH.

Para quem 'tenha'/queira de investir num PPR - talvez a médio/longo prazo, esta seja a melhor solução atualmente p quem queira estar exposto a etf's/msci/mercados - porque gestão activa...honestamente alguns excedem os encargos correntes mesmo deste (1.40%) e não apresentam melhores rentabilidades que o índice como o msci.
#10
A questão é que estão a considerar apenas que o PPR vai investir sempre num ETF MSCI World, e possivelmente algum de mercados emergentes. Mas ninguém sabe, nem controla as decisões dos gestores do fundo. Quem é que me garante que amanhã não se metem a investir num ETF com proteção cambial, e o investidor é que vai ter a quebra na rentabilidade devido a isso?
Além disso é preciso considerar que para além do custo de gestão do PPR, ainda há o custo de gestão passiva do ETF.

1.4% pode não parecer muito, mas ao longo de anos, décadas até, come imenso. E come sempre, nos anos bons, e nos maus também.

Em relação a compensar pela fiscalidade, já foi discutido no passado, e até há contas. Mas usando o GPT-5, pedi para simular um cenário hipotético, com um investimento de 10k anual, durante 20 anos, assumindo uma rentabilidade de 8% ao ano, e pedi que aplicasse um imposto de 19.6% sobre as mais valias, o que daria um valor líquido de 407.100€

Pedi para fazer um segundo cenário hipotético, com o mesmo investimento de 10k anual, durante 20 anos, assumindo uma rentabilidade de 8% ao ano, mas com um custo de gestão anual de 1.4%, e que no final fosse aplicado um imposto de 8% sobre as mais valias, daria um valor líquido de 379.860€

No final, mesmo com uma fiscalidade mais penalizadora, o ETF conseguiu retornar ao investidor mais de 27 mil euros acima do PPR. Na grande maioria dos casos, e especialmente nos investimentos de maior duração e com montantes mais elevados, este PPR nunca vai compensar face ao ETF.
Eu experimentei fazer as contas para um investimento com as seguintes caracteristicas:
- Prazo: até aos 60 anos, altura que se pode retirar o dinheiro. Vou simular para quem começa com 20 anos, 36 anos, 45 anos e 51 anos.
- Reforços anuais do valor máximo que dá beneficio fiscal. 2000€ até aos 35 anos, 1750€ até aos 50 anos e 1500€ até aos 60 anos
- Rentabilidade: 8%. Para o PPR com a comissão de 1,4% a rentabilidade efetiva será de 6,6%
- Beneficios fiscais: serão utilizados os beneficios fiscais à entrada e à saída. Os beneficios fiscais do PPR serão reinvestidos no PPR ano seguinte, mais o reforço anual.

Para quem começa a investir aos 20 anos (prazo de investimento de 40 anos). O ETF tem uma valorização 13,2% superior do PPR:
- PPR após impostos: 429207,9972
- ETF após impostos: 485065,6495


Para quem começa a investir aos 36 anos (prazo de investimento de 25 anos). Valorização práticamente igual:
- PPR após impostos: 119916
- ETF após impostos: 120218


Para quem começa a investir aos 51 anos (prazo de investimento de 10 anos). O PPR tem uma valorização de 13,2% superior à do ETF
- PPR após impostos: 24475
- ETF após impostos: 21616


Em resumo:
- Num prazo de investimento inferior a 25 anos o PPR tem uma valorização superior em relação ao ETF.
- Num prazo superior a 25 anos o ETF começa a destacar-se.

Se optarmos por investir o beneficio fiscal à entrada no ETF em vez do PPR então estaremos a optimizar o investimento, e o horizonte temporal em que compensa investir no PPR aumenta.

Estes calculos prossupõem que a rentabilidade do PPR e do ETF são iguais, sem comissões, mas isto raramente acontece devido à gestão ativa que acaba por ser feita.

PS: Penso que não me enganei nas contas mas estão à vontade para me corrigir 🙂
#11
É natural que se note mais em períodos mais longos, pois quantos mais anos maior a erosão da comissão de gestão no PPR. Mas parece-me pouco realista andar a investir valores só para obter as deduções fiscais. A pessoa está a investir para fazer crescer o dinheiro ou anda atrás de borlas fiscais? 😀 Também acho pouco realista alguém dizer que vai reinvestir as deduções fiscais, porque simplesmente não vai ter o capital em mãos.

Não esquecer também que assumir que este PPR vai continuar a investir apenas no MSCI World durante décadas é ser um bocado ingénuo 😆
Se eu for comprar os ingredientes e fizer a comida em casa também sai mais barato do que ir ao restaurante comer, além disso tenho mais controlo sobre a qualidade e origem dos ingredientes. 😀
Mas tenho que saber cozinhar, gastar tempo nas compras e a cozinhar, etc...

Aqui é algo semelhante, se não queres ter trabalho, esse PPR não é mau, se queres ter trabalho é como o Lvsitano diz.
Trabalho em quê? Investir num ETF MSCI World tanto trabalho como investir num PPR...
#12

Trabalho em quê? Investir num ETF MSCI World tanto trabalho como investir num PPR...
Para ti é igual, mas para quem nunca investiu na bolsa sabes bem que não, comprender o que é um ETF, escolher uma corretora, comissões, etc...
Em contra-partida tens um gestor de conta a propror-te um PPR, já com os flocos todos mastigados....
#13
Pessoalmente invisto em PPR por causa das borlas fiscais, porque é o beneficio fiscal à entrada que dá para equilibrar as comissões.
Faço o máximo para os beneficios fiscais e o resto invisto em ETF.

Quanto ao reinvestimento do beneficio fiscal à entrada, depende da disciplina de cada um. Eu diria que se não tem a discplina para passados 6 meses reinvestir o beneficio que recebeu então se calhar também não tem a disciplina para estar investido 40 anos em ETF e nunca vender nas crises. E nesse ponto o PPR acaba por ser bom porque acaba por "forçar" o investidor a ficar no mercado pois as condições para se poder levantar o dinheiro são restritas. E quer queira-se quer não a componente psicologica do investidor tem uma grande importância, sendo o exemplo mais famoso o fundo Magellan do Peter Lynch com uma rentabilidade média anual de 29,1% mas o investidor médio do fundo perdeu dinheiro porque comprava quando o mercado subia e vendia em pânico quando o mercado descia.

Como disse na última frase, também sou de opinião que muito raramente o PPR vai ficar investido apenas no ETF de indice. A gestão ativa irá ter sempre a tendência para "inventar" qualquer coisa para justificar o pagamento das comissões. Mas quis partir do mesmo pressuposto que tu, a rentabilidade do PPR era igual à rentabilidade do ETF menos a comissão.

Dito isto tudo, eu não sou um grande defensor dos PPR até porque só invisto neles no limite dos beneficios fiscais à entrada e o resto em ETF. Mas reconheço que os PPR têm o seu espaço e que em algumas situações têm vantagens em relação aos PPR, sendo as limitações de resgate uma delas.
#14

Trabalho em quê? Investir num ETF MSCI World tanto trabalho como investir num PPR...
Para ti é igual, mas para quem nunca investiu na bolsa sabes bem que não, comprender o que é um ETF, escolher uma corretora, comissões, etc...
Em contra-partida tens um gestor de conta a propror-te um PPR, já com os flocos todos mastigados....
Na questão de escolher a corretora, perceber comissões, etc diria que nos PPR não é melhor uma vez que a maioria dos bancos impigem PPR que não valem um chavo e a maioria com comissões muito altas.

Claro que escolhendo uma boa entidade gestora consegue-se um bom acompanhamento, mas em relação aos bancos muitas vezes nem o gestor de conta percebe grande coisa do que está a falar.
#15
Na questão de escolher a corretora, perceber comissões, etc diria que nos PPR não é melhor uma vez que a maioria dos bancos impigem PPR que não valem um chavo e a maioria com comissões muito altas.
PPR é algo que todos nós ouvimos falar desde a decada de 80, toda a gente tem uma ideia do que é, agora um ETF? Boa sorte com isso.
Tens conta num banco e ligam-te a propor-te um PPR, não precisas de saber o que é uma corretora, como se dá ordens de compra e venda, etc...alguém te liga a propor negociar ETF?

O ponto é, os conhecimentos para conseguires negociar ETF versus teres um gestor de conta a propôr-te um PPR.

É a diferença entre ires a um restaurante e comeres uma posta de garoupa grelhada (pagas mais de 60€/quilo) e ires comprar (pagas +/- a 25€/quilo)e fazeres tu, tens que saber ver se o peixe está fresco, tens que o preparar, fazer brasas, etc...
#16
PPR é algo que todos nós ouvimos falar desde a decada de 80, toda a gente tem uma ideia do que é, agora um ETF? Boa sorte com isso.
Tens conta num banco e ligam-te a propor-te um PPR, não precisas de saber o que é uma corretora, como se dá ordens de compra e venda, etc...alguém te liga a propor negociar ETF?

O ponto é, os conhecimentos para conseguires negociar ETF versus teres um gestor de conta a propôr-te um PPR.

É a diferença entre ires a um restaurante e comeres uma posta de garoupa grelhada (pagas mais de 60€/quilo) e ires comprar (pagas +/- a 25€/quilo)e fazeres tu, tens que saber ver se o peixe está fresco, tens que o preparar, fazer brasas, etc...
Aliás, há inclusive bancários que não sabem o que é um ETF. Eu já falei com um bancário, que me perguntou se investia em PPR, e eu disse que não, quer preferia ETF, e a resposta do mesmo foi: o que é isso? 😆

Óbvio que nenhum banco liga a propôr para investir em ETF, pelo simples motivo que para eles não é rentável, e mesmo que recebam comissão de aquisição e custódia de títulos trimestral, ainda sim face à comissão de um PPR, são trocos.

Mesmo ontem a gestora do BEST me ligou a tentar impiingir este PPR e ainda depósito estruturado, e assim que viu que eu conhecia, sabia as condições e que não ia lá meter nem 1 cêntimo a conversa terminou tão rápido quanto começou 😆

Mas não concordo que dê mais trabalho investir num ETF do que num PPR, exige são outros conhecimentos, é diferente. De qualquer forma a maioria conhece a sigla PPR, mas a maioria nem sabe ao certo o que é, nem sabe que existem fundos PPR e seguros PPR.
🙏1
#17
Na questão de escolher a corretora, perceber comissões, etc diria que nos PPR não é melhor uma vez que a maioria dos bancos impigem PPR que não valem um chavo e a maioria com comissões muito altas.
PPR é algo que todos nós ouvimos falar desde a decada de 80, toda a gente tem uma ideia do que é, agora um ETF? Boa sorte com isso.
Tens conta num banco e ligam-te a propor-te um PPR, não precisas de saber o que é uma corretora, como se dá ordens de compra e venda, etc...alguém te liga a propor negociar ETF?

O ponto é, os conhecimentos para conseguires negociar ETF versus teres um gestor de conta a propôr-te um PPR.

É a diferença entre ires a um restaurante e comeres uma posta de garoupa grelhada (pagas mais de 60€/quilo) e ires comprar (pagas +/- a 25€/quilo)e fazeres tu, tens que saber ver se o peixe está fresco, tens que o preparar, fazer brasas, etc...
Pegando na tua analogia o problema é quando pagas 60€/quilo e servem-te garoupa que não é fresca e não está bem cozinhada. Garoupa toda gente ouviu falar e sabe o que é mas nem toda gente sabe ver se o peixe é fresco e se está bem cozinhado.
Nos PPR é a mesma coisa, a maior parte das pessoas subscreve um PPR porque ouviu falar e sabe que tem beneficios à entrada e acaba por subscrever aquilo que o banco lhe impinge.
Mas concordo contigo, é mais fácil subscrever um PPR do que um ETF numa corretora.
#18

Mas não concordo que dê mais trabalho investir num ETF do que num PPR, exige são outros conhecimentos, é diferente. De qualquer forma a maioria conhece a sigla PPR, mas a maioria nem sabe ao certo o que é, nem sabe que existem fundos PPR e seguros PPR.
Consideras que o tempo que gastaste a aprender o que é um ETF, tipo de replicação, distribuição vs acumulação, um indice, uma corretora, comissões de guarda titulos, diferenças entre carteira segregada vs não segregada, que tipo de bolsas em que se negoceia, garantias, supervisão, etc... até dares uma ordem de compra não dá trabalho? Olha que eu tenho seguramente centenas, talvez milhares de horas "investidas".
#19

É a diferença entre ires a um restaurante e comeres uma posta de garoupa grelhada (pagas mais de 60€/quilo) e ires comprar (pagas +/- a 25€/quilo)e fazeres tu, tens que saber ver se o peixe está fresco, tens que o preparar, fazer brasas, etc...
Pegando na tua analogia o problema é quando pagas 60€/quilo e servem-te garoupa que não é fresca e não está bem cozinhada. Garoupa toda gente ouviu falar e sabe o que é mas nem toda gente sabe ver se o peixe é fresco e se está bem cozinhado.
Por isso é que, tirando raras excepções só como peixe grelhado em casa, é muito mais barato e controlo a qualidade. 😀
#20
Consideras que o tempo que gastaste a aprender o que é um ETF, tipo de replicação, distribuição vs acumulação, um indice, uma corretora, comissões de guarda titulos, diferenças entre carteira segregada vs não segregada, que tipo de bolsas em que se negoceia, garantias, supervisão, etc... até dares uma ordem de compra não dá trabalho? Olha que eu tenho seguramente centenas, talvez milhares de horas "investidas".
Mas isso também se aplica a um PPR. Qualquer um pode investir num qualquer ETF sem saber nada, tira de uma cartola e investe (e até o fazem), tal como um PPR. Tal como há quem estude os PPR, para ver os ativos contidos, a estratégio de investimento, as rentabilidades passadas, etc. Para investir às cegas há dos dois lados da barricada. A questão apenas é que no caso do PPR temos os influencers e os gerentes dos bancos a impingir, coisa que não sucede com os ETF, a não ser quando estão associados a algum corretora, e querem é que se compre lá algo, seja o que for.

Continuo a dizer, o investimento em si, o comprar as UPs, é tão fácil tanto num PPR como num ETF. O PPR acaba por ser mais cómodo porque há a possibilidade de fazerem débitos diretos regulares sem o investidor ter de se lembrar. Agora o "trabalho de casa" feito antes de investir são outros 500. Se há quem invista em PPRs que nem sabe o que são, o que lá está contido, os custos, também há quem o faça em PPRs. É só ouvir os podcasts do Contas Poupanças e de vez em quando lá aparecem umas pérolas de pessoal que se gaba de ter 3 ETF S&P 500 😆

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