Saltar para o conteúdo
Entrar
Fixo

Discussão Sobre Mercados

Iniciado por Virtua · 10 de abril de 2025 915 respostas 230 495 visitas

#841
A questão é , como vais estar esta acção daqui a 6 meses/ 1 ano?


Subirá brutalmente ou vai desvalorizar?

Embuste para adquirir capital ou é uma aposta mesmo com potencial sério.
Quem sabe? Acho que vai depender muito do progresso do projeto Starship. Se daqui a 1 ano a Starship estiver operacional e com uma cadência de serviço elevada, a empresa irá valorizar bastante, pois poderá colocar mais carga a um custo menor em cada lançamento. Mais a utilização da mesma pela NASA para ir à Lua. Não esquecer que a Amazon durante 20 anos não deu lucro, mas quem lá investiu e nunca vendeu hoje não está nada arrependido.
🙏1
#842
Quem sabe mesmo... IA, houve o momento Deepseek ha meses e de futuro, que ninguém pense que a china não tem semicondutores ou groks, claudes, chat gp, equivalentes a NVidia ou data centers pq os têm e em várias áreas já estão à frente... o que me faz interrogar sobre o estado das Magnificent 7 dentro de uns tempos... a alavancagem das bolsas americanas tem estado muito dependente destas.

Imagino que não ... Como a Microsoft, Apple , Nike, etc há 20 30 anos , fazendo futurologia ao contrário é que era o momento para comprar...
#843

#844


Mais 19% em um dia 😁
#845
Concordo que a concentração é o ponto central, e os números ajudam a dimensioná-lo. As Magnificent 7 valem hoje cerca de 35% do S&P 500, contra perto de 12% em 2015. É um nível de concentração que rivaliza com o pico da bolha das dot-com.

O que me parece mais relevante não é tanto "a China apanhar a NVIDIA", mas o mecanismo: um índice ponderado por capitalização concentra-se automaticamente nos vencedores, por isso o S&P passou a ser, na prática, uma aposta alavancada em meia dúzia de histórias ligadas à IA. E isso corta nos dois sentidos. Enquanto as margens e o capex de IA se mantiverem, amplifica na subida; se o mercado começar a duvidar da durabilidade dessas margens (e episódios como o do DeepSeek servem para isso, ao comprimir o prémio de "fosso" tecnológico), a mesma concentração amplifica na descida.

Por isso costumo olhar também para a amplitude (breadth) e não só para o índice: quando são poucos nomes a puxar tudo, a fragilidade aumenta mesmo com o índice em máximos.
🙏2
#846
#847
#849
Este forum faz me recordar o antigo Thinfn que terminou , saudades.

Se alguem tiver acesso ao indice Sul Coreano , podera ainda shortar a curto prazo, é uma ideia.
Estão a seguir o modelo alavancado dos EUA e com uma forte associação aos semicondutores e IA, muito possivelmente daqui a umas semanas algumas empresas poderam estar com um desconto interessante, mas pessoalmente tambem nao as vejo para o longo prazo , mas quem queira especular pode ser interessante.
#850
🙏1
#851

#853
SP500 em ATH!!
Parabéns a todos nós!!
Com o homem na presidência eu não aposto contra!

Que tempos vivemos....
#854
#855
https://www.moonofalabama.org/2026/08/i ... l#comments


"The US stepping in to buy up the Japanese Yen via the Euro is an example of the absurdity of the whacked out Financial System. Japan, owed $1.1 Trillion dollars in US Government Bonds is told not to sell those Bonds in the very, very fragile US Bond market. "


No futuro, não me admiraria nada se:

" As for expensive clunky American AI versus cheap efficient Chinese AI, I expect a regime of tariffs and legal proscriptions to keep the former viable in the West and its satrapies. Think BYD — or Huawei. "


Cant have commie cell phones! Commie cars! God damn!


Apostava 1 barra de Ouro da Heraeus 😆 em como vai ser isto mesmo que vai acontecer.

FREE TRADE USA USA!

Invest accordingly. 😎

Ou então .... o céu é o limite das 7 Magnificas... e vai ser sempre a subir.
#856
Dados inflação usa saem hoje ou amanhã ?
Vamos ter tb discurso governador FeD
#857
Dados inflação usa saem hoje ou amanhã ?
Vamos ter tb discurso governador FeD
Amanhã.
"O risco vem de não saber o que se está a fazer" - Warren Buffett Não enviem mensagens privadas, exponham as dúvidas com a comunidade!
🙏1
★ Uma das mais úteis
#858
Artigo do Franklin Carneiro da Silva ( Co fundador Literaciafinanceira.pt )

Continuamos em máximos em diversos índices acionistas. Sempre que um índice atinge um novo máximo, acontece o mesmo: quem ainda não investiu adia, e quem já investiu hesita em reforçar (parece sempre o pior momento possível).

Por trás disso está quase sempre a mesma suposição implícita: a de que este máximo vai ser o máximo.

Desde 1950, o S&P 500 fechou em máximo histórico em cerca de 7% de todos os dias de negociação. E segundo a J.P. Morgan, quase um terço desses máximos tornou-se um novo chão do mercado, níveis a partir dos quais o índice nunca mais caiu mais de 5%. Ou seja, em cerca de um terço dos casos, quem esperou por um preço mais confortável nunca o teve.

Esse desconforto é o próprio motor da rentabilidade esperada. Se ninguém sentisse receio em investir em ações, se toda a gente fosse indiferente ao risco, o prémio de risco desapareceria e o retorno esperado das ações convergiria para a taxa sem risco. É por existir gente disposta a pagar para não sentir volatilidade que existe um prémio para quem a tolera.

Benartzi e Thaler mostraram isto em 1995: parte do excesso de retorno das ações é explicado não por risco racional, mas por aversão míope à perda. Literalmente, o mercado paga a quem aguenta o desconforto.
"O risco vem de não saber o que se está a fazer" - Warren Buffett Não enviem mensagens privadas, exponham as dúvidas com a comunidade!
🙏4
#859
Artigo do Franklin Carneiro da Silva ( Co fundador Literaciafinanceira.pt )

Continuamos em máximos em diversos índices acionistas. Sempre que um índice atinge um novo máximo, acontece o mesmo: quem ainda não investiu adia, e quem já investiu hesita em reforçar (parece sempre o pior momento possível).

Por trás disso está quase sempre a mesma suposição implícita: a de que este máximo vai ser o máximo.

Desde 1950, o S&P 500 fechou em máximo histórico em cerca de 7% de todos os dias de negociação. E segundo a J.P. Morgan, quase um terço desses máximos tornou-se um novo chão do mercado, níveis a partir dos quais o índice nunca mais caiu mais de 5%. Ou seja, em cerca de um terço dos casos, quem esperou por um preço mais confortável nunca o teve.

Esse desconforto é o próprio motor da rentabilidade esperada. Se ninguém sentisse receio em investir em ações, se toda a gente fosse indiferente ao risco, o prémio de risco desapareceria e o retorno esperado das ações convergiria para a taxa sem risco. É por existir gente disposta a pagar para não sentir volatilidade que existe um prémio para quem a tolera.

Benartzi e Thaler mostraram isto em 1995: parte do excesso de retorno das ações é explicado não por risco racional, mas por aversão míope à perda. Literalmente, o mercado paga a quem aguenta o desconforto.
Dou o meu testemunho.
Em Novembro e Dezembro do ano passado suspendi meu DCA mensal do SP500 por causa do Dr. Michael Burry, a dizer que a AI era uma bolha prestes a rebentar (eu tambem acredito nisso).
Voltei em Janeiro. Agora no Verão em vez de investir o valor habitual, como penso que os 7600 estão esticados, investi apenas 60% do habitual. Já vamos nos 7800.....

Lesson learned.
Não vou mais inventar. É comprar e pronto. Talvez o melhor seja antecipar compras em quedas brutas, mas não mais adiar compras a pensar que vai cair ou que não vai subir...
#860
Artigo do Franklin Carneiro da Silva ( Co fundador Literaciafinanceira.pt )

Continuamos em máximos em diversos índices acionistas. Sempre que um índice atinge um novo máximo, acontece o mesmo: quem ainda não investiu adia, e quem já investiu hesita em reforçar (parece sempre o pior momento possível).

Por trás disso está quase sempre a mesma suposição implícita: a de que este máximo vai ser o máximo.

Desde 1950, o S&P 500 fechou em máximo histórico em cerca de 7% de todos os dias de negociação. E segundo a J.P. Morgan, quase um terço desses máximos tornou-se um novo chão do mercado, níveis a partir dos quais o índice nunca mais caiu mais de 5%. Ou seja, em cerca de um terço dos casos, quem esperou por um preço mais confortável nunca o teve.

Esse desconforto é o próprio motor da rentabilidade esperada. Se ninguém sentisse receio em investir em ações, se toda a gente fosse indiferente ao risco, o prémio de risco desapareceria e o retorno esperado das ações convergiria para a taxa sem risco. É por existir gente disposta a pagar para não sentir volatilidade que existe um prémio para quem a tolera.

Benartzi e Thaler mostraram isto em 1995: parte do excesso de retorno das ações é explicado não por risco racional, mas por aversão míope à perda. Literalmente, o mercado paga a quem aguenta o desconforto.
Dou o meu testemunho.
Em Novembro e Dezembro do ano passado suspendi meu DCA mensal do SP500 por causa do Dr. Michael Burry, a dizer que a AI era uma bolha prestes a rebentar (eu tambem acredito nisso).
Voltei em Janeiro. Agora no Verão em vez de investir o valor habitual, como penso que os 7600 estão esticados, investi apenas 60% do habitual. Já vamos nos 7800.....

Lesson learned.
Não vou mais inventar. É comprar e pronto. Talvez o melhor seja antecipar compras em quedas brutas, mas não mais adiar compras a pensar que vai cair ou que não vai subir...
Eu acho que por mais que tentemos inventar, o ideal continua a ser DCA, comprar sempre mensalmente por exemplo, se cair 10% compra-se com mais força, o mercado volta sempre a recuperar, e quando investimos com mais força nas maiores quedas, a subida é mais rápida e exponencial.

Quando se monta um negócio, temos de investir no mesmo durante os anos em que o temos, seja que tipo de negócio for, eu como não tenho negócios, o meu negócio são os investimentos no mercado.
"O risco vem de não saber o que se está a fazer" - Warren Buffett Não enviem mensagens privadas, exponham as dúvidas com a comunidade!

Entra com o teu nome e palavra-passe do fórum para responder.